Trate a Doença de Peyronie e Recupere

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Livre-se da Doença de Peyronie e Recupere sua Vida Sexual!

Conheça o tratamento definitivo para corrigir a curvatura do pênis.

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O que é a Doença de Peyronie?

A Doença de Peyronie é caracterizada pela formação de placas fibrosas no pênis, reduzindo significativamente a elasticidade em certas áreas do pênis. A doença de Peyronie pode causar dor em aproximadamente 60% dos casos e deformações no pênis em 96% dos casos.

Como saber se tenho a doença de Peyronie?

O diagnóstico da doença de Peyronie é clínico, ou seja, só do paciente falar a história o especialista já irá saber que trata-se de doença de Peyronie.

Os principais sintomas são:

• Curvatura no pênis (96% dos casos);

• Dor no pênis (ocorre em aprox. 60% dos casos);

• Diminuição de tamanho do pênis (muito frequente);

• Afinamento do pênis em algumas partes;

• Diminuição da rigidez peniana;

• Disfunção erétil;

• Depressão ou alterações psicológicas por ver o pênis deformado,

encolhendo e perdendo função.

Qual exame para doença de Peyronie?

O melhor exame para avaliação da doença de Peyronie é o USG doppler peniano com fármaco ereção. Este exame é fundamental para uma análise mais profunda da doença de Peyronie.


Segue abaixo algumas das análises que podem ser feitas com o Uso doppler peniano co fármaco ereção feito por um especialista em doença de Peyronie:

1. Classificar tamanho das placas e extensão das fibroses na parede interna do pênis.

2. Avaliar fibroses dentro dos corpos cavernosos.

3. Avaliar fibroses nos septos inter e intracavernosos (divisórias dentro do pênis)

4. Avaliar fibroses na crura (raiz do pênis que fica interna no períneo e o paciente em geral não consegue avaliar)

5. Avaliar presença de calcificação (1/3 das placas são calcificadas)

6. Avaliar áreas de afilamento da ponta do pênis (hipotrofia distal) o que pode ser sentido como flacidez na ponta do pênis.

7. Avaliar presença de escape venoso (fuga venosa) – Disfunção veno oclusiva.

8. Avaliar insuficiência arterial (entupimento das artérias penianas)

9. Avaliar a gravidade do caso, ajudando na tomada de decisão de qual tratamento escolher para um melhor resultado final.

** É importante realizar o exame com um especialista em doença de Peyronie pois a riqueza de detalhes é fundamental para uma melhor tomada de decisão.

Saiba mais!

O que é a Doença de Peyronie?

A Doença de Peyronie é caracterizada pela formação de placas fibrosas no pênis, reduzindo significativamente a elasticidade em certas áreas do pênis. A doença de Peyronie pode causar dor em aproximadamente 60% dos casos e deformações no pênis em 96% dos casos.

Como saber se tenho a doença de Peyronie?

O diagnóstico da doença de Peyronie é clínico, ou seja, só do paciente falar a história o especialista já irá saber que

trata-se de doença de Peyronie.

Os principais sintomas são:

• Curvatura no pênis (96% dos casos);

• Dor no pênis (ocorre em aprox. 60% dos casos);

• Diminuição de tamanho do pênis (muito frequente);

• Afinamento do pênis em algumas partes;

• Diminuição da rigidez peniana;

• Disfunção erétil;

• Depressão ou alterações psicológicas por ver o pênis deformado,

encolhendo e perdendo função.

Qual exame para doença de Peyronie?

O melhor exame para avaliação da doença de Peyronie é o USG doppler peniano com fármaco ereção. Este exame é fundamental para uma análise mais profunda da doença de Peyronie.


Segue abaixo algumas das análises que podem ser feitas com o Uso doppler peniano co fármaco ereção feito por um especialista em doença de Peyronie:

1. Classificar tamanho das placas e extensão das fibroses na parede interna do pênis.

2. Avaliar fibroses dentro dos corpos cavernosos.

3. Avaliar fibroses nos septos inter e intracavernosos (divisórias dentro do pênis)

4. Avaliar fibroses na crura (raiz do pênis que fica interna no períneo e o paciente em geral não consegue avaliar)

5. Avaliar presença de calcificação (1/3 das placas são calcificadas)

6. Avaliar áreas de afilamento da ponta do pênis (hipotrofia distal) o que pode ser sentido como flacidez na ponta do pênis.

7. Avaliar presença de escape venoso (fuga venosa) – Disfunção veno oclusiva.

8. Avaliar insuficiência arterial (entupimento das artérias penianas)

9. Avaliar a gravidade do caso, ajudando na tomada de decisão de qual tratamento escolher para um melhor resultado final.

** É importante realizar o exame com um especialista em doença de Peyronie pois a riqueza de detalhes é fundamental para uma melhor tomada de decisão.

Saiba mais!

Por que escolher o tratamento com Dr. Marco Túlio Cavalcanti?

Por que escolher o tratamento com Dr. Marco Túlio Cavalcanti?

Especialista em prótese peniana e Doença de Peyronie com vasta experiência.

Técnica avançada e minimamente invasiva para correção da curvatura.

Alta taxa de sucesso e satisfação entre os pacientes.

Equipamentos de última geração e materiais de alta qualidade.

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Facilidades para Você

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Suporte completo pré e pós-operatório.

Atendimento personalizado em Toda a Jornada

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Nossas concierges estão disponíveis para dar todo o suporte necessário.

Acompanhamento desde o primeiro contato até a recuperação completa.

Dr. Marco Túlio - Sala atendimento

Quais os tratamentos para doença de Peyronie?

Quais os tratamentos para doença de Peyronie?

Existem três categorias de tratamento para a doença de Peyronie.

  • Uso de antioxidantes;
  • Antifibróticos;
  • Ondas de choque de baixa intensidade;
  • Extensor peniano específicos;
  • Bomba de vácuo peniana.

  • Injeções na placa com o intuito de dissolver ou amolecer a placa;
  • Tem que ser associada com protocolo de tração.

    • Cirurgias com correção sem prótese peniana (resultados e limitações devem ser muito bem discutidas)
    • Cirurgia para correção de Peyronie com expansão da túnica albugínea (parede interna do pênis) e implante prótese peniana semirrígida ou inflável. Este é um tratamento definitivo e com alta satisfação quando realizado por equipe especializada e de alto volume cirúrgico nesta área.

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    Dados da Doença de Peyronie

    Dados da Doença de Peyronie

    Dr. Marco Túlio Cavalcanti

    CRM: 136.030 | RQE: 56669

    Médico Urologista e Andrologista.

    • Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco.
    • Residência Médica em Cirurgia Geral e Urologia na Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
    • Membro da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).
    • Sociedade Internacional de Medicina Sexual (ISSM).
    • American Urological Association (AUA).
    • Society of Urologic Prosthetic Surgeons (SUPS)
    • Instrutor, Preceptor e palestrante internacional em prótese peniana pela Coloplast e A.M.S.
    • Cursos hands on de implante de prótese peniana inflável em Los Angeles e Miami.
    • UroFill™ Provider. (engrossamento peniano com ácido hialurônico).

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    F.A.Q.

      A curvatura peniana é o sinal mais evidente para saber se o paciente possui ou não a condição, mas existem outros sintomas da doença de Peyronie que devem ser levados em consideração. Ao perceber alguns desses sinais, o paciente deve procurar ajuda médica. A patologia é composta de duas fases (aguda e crônica). Na primeira, é quando começa o processo inflamatório. Já nesse momento, alguns sintomas de doença de Peyronie podem ser percebidos:

    • Curvatura anormal e significativa após a ereção;
    • Dor quando o pênis fica ereto e na hora da penetração;
    • Caroços/nódulos achatados ou placas sob a pele que podem ser perceptíveis à palpação;
    • Problemas para atingir a manter a ereção. Em certos casos, a disfunção erétil começa a surgir antes que o homem perceba a doença de Peyronie;
    • Encurtamento do pênis;
    • Alterações psicológicas, como ansiedade e depressão;
    • Outras deformações no pênis, como: afilamentos, reentrâncias e até o formato conhecido como ampulheta (que tem uma faixa apertada e estreita ao redor da haste peniana);
    • A parceria sentir dor durante as relações sexuais.

    Para resolver essa condição, os tratamentos para doença de Peyronie devem ser observados caso a caso, de acordo com todas as conclusões obtidas nos exames clínico, físico e de ultrassom.

    A verdade é que inúmeros aspectos devem ser observados para ministrar o tratamento mais eficaz e os melhores medicamentos para doença de Peyronie, como o grau de curvatura, problemas com afilamentos, instabilidade axial, função erétil e o tamanho da haste peniana.

    Na fase aguda da condição, é possível iniciar o uso de antioxidante específico, como o anti-inflamatório não esteroidal e o inibidor da 5 fosfodiesterase, que poderão resultar em melhora da dor do paciente e estabilização da placa.

    O tratamento com ondas de choque de baixa intensidade é a alternativa mais recente para disfunção erétil e também está sendo cada vez mais estudado na fase aguda da doença de Peyronie, porque visa ajudar na melhoria da dor, na estabilização da placa e aumento da qualidade da função erétil.

    Já a vacuoterapia, principalmente em conjunto com ondas de choque de baixa intensidade, e os extensores penianos podem ser recomendados e orientados pelo médico especialista na condução da doença na fase inicial.


    Os exercícios de Peyronie são denominados como alongamento peniano e curva de Jelq. As atividades de alongamento para o pênis consistem em segurar o órgão sexual, mesmo flácido, e puxá-lo até sentir uma pressão na base e permanecer nesta tração por alguns minutos.

    Já no exercício Curva de Jelq, a ideia é dobrar a haste do pênis semiereto de forma suave na direção oposta da curvatura.

    Esses exercícios nem sempre são orientados porque o paciente pode não saber o ponto exato de puxar ou fazer pressão, podendo até machucar o órgão sexual.

    Assim, só saber como deixar o pênis reto não vai funcionar sem usar as técnicas indicadas por um urologista/andrologista, que vai esclarecer todos os procedimentos caso a caso. É preciso tomar muito cuidado ao buscar soluções caseiras e milagrosas na internet para entender como desentortar o pênis.


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    Tratamento realizado nos melhores hospitais de São Paulo

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    Equipe médica altamente qualificada e especializada.

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    Sueste Plaza – Rua Joaquim Floriano, 960 – Conjunto 22 | Itaim Bibi, São Paulo – SP, Brasil.

    Responsável Técnico

    Dr. Marco Túlio Cavalcanti

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